terça-feira, 23 de outubro de 2007
Perguntas para Deus
Ou alguém lhe perguntou algo que você ficou sem resposta?
Então... agora você pode mandar a pergunta e nós mandaremos para alguns dos nossos amigos que ajudarão a respondê-la... e você comenta depois o que achou da resposta... Pode ser sobre qualquer assunto...
Quer tentar?? Então... faça a sua pergunta!!! É SÓ ESCREVÊ-LA COMO COMENTÁRIO ABAIXO.
JÁ ESTÃO CHEGANDO RESPOSTAS. CLIQUE PARA VER E COMENTAR
1) Jaqueline - Limeira - SP : Qual é a igreja certa? Onde está a verdade?
Resposta por Caio Fábio. www.caiofabio.com.br
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Evangelho: Palavra e Espírito por Caio Fábio
Tenho dito repetidamente que os evangelhos são narrativas históricas das ações e acontecimentos relacionados a Jesus, bem como de Suas Palavras. O Evangelho, todavia, é um espírito. Os evangelhos são o corpo. O Evangelho é o espírito no corpo. Para muitos os evangelhos são apenas palavras. Para outros são narrativas. Para outros eles são palavras inspiradas. Para muito mais gente ainda eles são apenas palavras mágicas. Para a maioria, no entanto, eles são os quatro primeiros livros do Novo Testamento, sendo, portanto, parte da Bíblia Sagrada.O terno evangelho é também bastante usado para caracterizar a conversão; tipo: “Quando eu vim para o Evangelho”; significando: “Quando me converti e entrei pra a igreja”. O Evangelho, no entanto, é espírito e vida. Foi isso que Jesus disse. Deus é espírito, e, portanto, Suas palavras são espírito e vida. O Evangelho é espírito e é um espírito. É espírito porque carrega o poder da verdade absoluta e produz vida onde quer que chegue. E é um espírito porque não é letra. Ora, sempre se diz e se repete que a “letra mata, mas que o espírito vivifica”.
Até os mais letristas, legalistas, e escribas de textos em cuneiforme repetem essa frase. Eles, no entanto, não pensam que até as palavras de Jesus podem se transformar apenas em letra morta. Sim, as palavras de Jesus, vistas apenas como algo fixo, e que não carrega um sentir de uma justiça aplicável em qualquer lugar ou tempo da existência humana e dos humanos—tornam-se em letra morta, e nada realizam de bom para o ser.
Jesus ensinou que o Espírito Santo atualizaria a Palavra do Evangelho conforme o tempo, as circunstancias e a necessidade; especialmente na hora da opressão. Em alguns lugares, em narrativas dos evangelhos, isto que acabei de afirmar fica mais do que explicitado.
Por exemplo, aquela seqüência de Lucas 9 é assustadora. Jesus parece não ter critérios. Pede o impensável. Diz a um filho enlutado que não há tempo para sepultar o próprio pai; garante a outra pessoa que não dá tempo nem mesmo de voltar em casa para se despedir; e a um outro diz que mesmo o casamento pode ser deixado para trás a fim de que se seguisse o Caminho. Ora, tais palavras feitas letra se tornam insuportáveis e desumanas, isso se aplicadas indiscriminadamente na vida, e para qualquer pessoa, ou em qualquer daquelas situações.
O espírito que aquelas ocorrências carregam, este sim, é o espírito do Evangelho, posto que só pode ser discernido como espírito, e não como letra; pois, nesse caso, sendo letra e lei, seriam apenas palavras de morte e não de vida; porém, como espírito, as palavras se renovam; e se fazem entender como urgência, como a sobrevalorização do que é eterno em relação ao que é passageiro, e como afirmação do amor ao reino de Deus sobre qualquer outro grande amor. O Evangelho é espírito e vida; e é também vida no espírito, tanto com ‘e’ minúsculo, como também com ‘e’ maiúsculo.
O que o torna letra é a tentativa de confiná-lo a um código de doutrinas ou de preceitos morais e dogmáticos. Nessa hora e nesse dia o Evangelho vira apenas o suporte técnico — via ‘os evangelhos’ — para ajudar no levantamento do edifício pedrado, da câmara mortuária, que é erigida para abrigar os Credos e as Dogmáticas: a versão cristã do Livro dos Mortos. Deus é espírito. A Palavra é espírito. O Espírito é como o vento. O vento é como o espírito.
A iluminação é no espírito. O Novo Nascimento é no espírito. O nascido de novo é como o vento, como o espírito. O discernimento é espiritual, e a sua atualização é feita pelo Espírito. Por isso o Evangelho é mais que palavras, ensinos congelados, e narrativas transformadas e acontecimentos e calendários religiosos. Assim como Deus é, a Palavra é. E assim como é a Palavra, assim é o Evangelho; visto que nada há mais vivo e espiritual do que a Encarnação Daquele que é espírito; o que faz das narrativas dos evangelhos descrições de Deus entre os homens; e o que também faz de tais narrativas analogias espirituais que encontram sua propriedade e pertinência em qualquer tempo ou era da existência humana.
É isto que quero dizer quando digo que o Evangelho é espírito; e também que há algo que deve ser definido como ‘espírito do Evangelho’; e que é o aplicativo do Evangelho ao tempo, conforme a atualização que o Espírito faz; e que é o olhar do Evangelho em cada geração; sendo, no entanto, o olhar do amor.
Nele,
Caio
domingo, 21 de outubro de 2007
Cristão Bonzinho – Nunca Mais! por Camerin Courtney
Paul Coughlin, autor, âncora cristão de um programa de rádio de entrevistas, casado e pai de três filhos, descreve a si mesmo como um “ex-cristão bonzinho”. Criado num lar abusivo, que lhe deu uma imagem deturpada de um Jesus fraco e sem fibra, Paul, 39, fez uma avaliação de sua vida há seis anos e percebeu que era um homem frustrado. “Quando eu trouxe a passividade gerada pelo medo na minha juventude para o meu casamento, junto com o falso ideal do Meigo Jesus, deu curto-circuito”, explica Paul. “Sustentar a minha família era difícil porque eu não era páreo para os companheiros de trabalho e os chefes que sabiam que podiam facilmente me dominar. Meu temor era transmitir esse vazio emocional para os meus filhos.”Depois de constatar que esse fator de passividade estava emperrando inúmeras outras famílias, Paul iniciou uma ação que chama de “Revolução do Sr.Bonzinho Nunca Mais”, que é uma guerra contra a vida apática, usando ferramentas no seu website www.ChristianNiceGuy.com e o livro que escreveu No More Christian Nice Guy (Cristão Bonzinho Nunca Mais).
A seguir, uma entrevista com Paul Coughlin:
Então, o que há de errado em ser um sujeito bonzinho?
Se bonzinho significa ser gentil e paciente, então não há nada de errado. Esses atributos são frutos do Espírito. Mas, geralmente, quando alguém é descrito como um “sujeito bonzinho”, ele não é bem o que parece. Homens bonzinhos normalmente são passivos; escondem-se por trás de sua “bondade”. Pensam assim: Se eu me encolher bastante, minhas dificuldades serão menores. São do tipo “Maria-vai-com-as-outras” – não porque sempre concordem, mas porque temem os conflitos.
Mas como seguidores de Cristo devemos ser sinceros uns com os outros. Devemos ser sal e luz para aqueles que não conhecem Jesus (Mt 5.13-16). É difícil ser sal e luz quando achamos que precisamos ser agradáveis o tempo todo.
Se ser bonzinho é ruim, qual a alternativa melhor?
Ser um sujeito autêntico. Um sujeito autêntico é alguém disposto a enfrentar conflito a fim de ser uma força redentora para o bem. Ele tem força de vontade. Às vezes, arrisca. Ele protege aqueles que estão sob seu cuidado. Ele toma posição clara a fim de confrontar a injustiça. Enquanto o sujeito bonzinho é desprovido de emoção, o sujeito autêntico é um apaixonado pela vida. O seu modo de vida se parece muito mais com a “vida abundante” de que Jesus fala em João 10.10.
De onde veio esse fenômeno do Cristão Bonzinho?
Em grande parte da imagem distorcida que temos de Jesus. Ao contrário da ficção comum que muitas igrejas promovem do “Jesus gentil, manso e suave”, nosso Senhor tinha qualidades impressionantes tanto de compaixão como de determinação. Para pegar alguns exemplos só do evangelho de Marcos, podemos ver Jesus confrontando pessoas, curando pessoas, gritando e falando duro com elas. Temos a noção de que Jesus era infinitamente paciente, contudo ele se voltou para os seus discípulos, claramente exasperado, e disse: “Ó geração incrédula e perversa... até quando vos sofrerei?” (Mt 17.17).
Ver como Jesus se comportava – perceber que era mais apaixonado, mais determinado, com mais força de vontade do que aqueles que estavam ao seu redor – deve encorajar os seus seguidores a se despertarem de sua passividade.
Quando você percebeu que era por demais passivo?
Não foi uma experiência única e, sim, uma série de acontecimentos que me deram a pista. Um foi quando estudava o Evangelho de Marcos e percebi que a par dos seus maravilhosos atos de amor, Jesus também tomava umas atitudes realmente confrontadoras. Compreendi que se eu queria ser como Jesus, precisava me conformar ao verdadeiro Jesus.
Também observei os meus amigos homens que pareciam ser mais honestos com as suas emoções. Eram capazes de chorar, enquanto eu simplesmente não conseguia. Não demonstrei emoção nem quando nasceram os meus filhos. Um dos versículos mais curtos da Bíblia é também um dos mais profundos: “Jesus chorou” (Jo 11.35). Como seguidores de Cristo, deveríamos ser as pessoas mais vivas (sensíveis e vibrantes) do mundo. Mas eu não era, e sabia muito bem disso. Pior ainda, receava estar instilando nas minhas crianças essa mesma falta de emoção.
Procurei uma conselheira para me ajudar a lidar com o abuso físico e emocional que sofri da minha mãe, e que me afetou profundamente no meu desejo de viver encolhido, sem ser notado. É comum para o Sujeito Bonzinho ter algum tipo de disfunção que vem da criação e que estimula a passividade. Minha conselheira me ajudou a ver o que o medo e a passividade estavam fazendo com a minha vida emocional, e a enfrentar a minha ansiedade.
De que forma a sua passividade afetou o seu casamento?
Minha esposa, Sandy, expressava profunda afeição por mim, e eu pensava: Ó, isso é ótimo; ao mesmo tempo, as emoções profundas me assustavam. Às vezes, eu tentava mostrar timidamente meu afeto ou meus desejos, mas o fato de ela não perceber as minhas deixas me deixava zangado ou amuado. Eu não sentia segurança para ser honesto com os meus desejos e desapontamentos. Como resultado, minha esposa vivia pisando em ovos.
Deliberadamente, eu evitava contato social porque um contexto de grupo me dava desconforto. Com o tempo, isso frustrava a minha esposa. Sujeitos bonzinhos geralmente se casam com mulheres comunicativas, vivazes. Minha esposa, Sandy, tinha plenas condições de dar um curso em afirmação e determinação. Embora inicialmente ela tivesse gostado do meu jeito engraçado e tranqüilo, depois de três meses de casamento, as nossas qualidades opostas criaram grandes problemas. Isso acontece muito com os Sujeitos Bonzinhos.
De que maneira a sua passividade afetou a sua vida espiritual?
Eu pensava que Deus estava sempre prestes a me castigar. Como muitos Cristãos Bonzinhos, eu pensava que podia conquistá-lo com “bom” comportamento. Eu sabia a respeito do amor e da graça de Deus, mas o temor não me permitia experimentá-los plenamente.
A passividade também me levou a alguns pecados específicos, tais como meias-verdades, manipulação, ressentimento e amargura. Cristãos Bonzinhos enfrentam mais problemas com amargura e ressentimento porque costumam deixar que os outros pisem neles.
Como deve agir uma mulher que é casada com um Sujeito Bonzinho?
Deve dizer para ele como se sente quando a passividade dele a afeta. Por exemplo, quando um profissional cobra um preço excessivo para fazer um serviço em sua casa e o seu marido não quer pegar o telefone e confrontá-lo, você provavelmente não se sente protegida e segura. Seja honesta a respeito disso. Mas durante o processo, evite envergonhar o seu marido ou diminuí-lo. Isso o afundará mais ainda.
Tente ajudá-lo a ver o que o medo está fazendo na vida dele, e encoraje-o a buscar ajuda de um conselheiro, se necessário. Uma vez que o medo esteja fora do controle de sua vida, o seu marido se tornará uma nova pessoa. A sua personalidade verdadeira finalmente virá à tona.
Quem sabe, pode sugerir que estudem juntos o Evangelho de Marcos ou a vida de Jesus, tomando o cuidado especial de observar todos os atributos de Jesus. Isto vai ajudar vocês dois a se tornarem mais semelhantes a ele.
O que mudou na sua vida agora que se tornou um Sujeito Autêntico?
Eu sou mais proativo, tenho mais iniciativa própria. Não estou mais tão propenso a ser engolido pela agenda de outras pessoas como antes. Agora eu sigo a direção de Deus para a minha vida ao invés de me preocupar em agradar aos outros.
Sou mais protetor, também. Recentemente um garoto ficou amolando minha filha enquanto voltava da escola para casa. Então fui ao encontro deles no dia seguinte, pus o meu braço nos ombros dele, e disse-lhe: “Oi, sou o pai da Abby. Prazer em conhecê-lo. Agora preste atenção. Minha filha diz que você andou perturbando-a. Quando você perturba a Abby, está perturbando a mim. Por isso eu quero que você pare com isso. A partir de agora”. Ele deixou minha filha em paz depois daquele dia. Eu jamais teria sonhado em fazer uma coisa dessas anteriormente. Agora meus filhos estão mais seguros.
Minha esposa sabe que agora está convivendo com um líder imperfeito, mas que não precisa mais me tratar com luvas de pelica todo o tempo. Ela sabe que não vou mais ser tão frágil como antes. Ela está mais feliz e à vontade.
Jesus demonstrou amor quando convidou as crianças para estarem com ele – mas também quando expulsou os cambistas do templo. Já que Jesus deu o modelo para os dois tipos de amor – terno e duro – isso me dá, como homem e como seguidor de Cristo, a liberdade de fazer o mesmo.
Como podem os pais evitar que seus filhos se tornem Sujeitos Bonzinhos?
Meninos passivos temem tomar suas próprias posições ou discordar dos seus pares. Por isso, uma das melhores coisas que um pai ou uma mãe pode fazer é permitir que o seu filho tenha opinião – mesmo que seja errada a princípio. Não estou dizendo para deixar sem correção as idéias más ou pecaminosas. Mas faça isso de tal maneira que o seu filho saiba que ter uma opinião não é mau. Se não lhe for permitido expressar as suas opiniões quando é jovem, suas chances de afirmá-las quando for mais velho serão menores ainda.
Sem envergonhar ou diminuir o seu filho, mostre-lhe como as suas atitudes e seus comportamentos passivos estão afetando a vida dele. Ajude-o a se entender com os seus temores, o motivador que causa a passividade. Trate com um medo específico e, então, duas semanas mais tarde, fale sobre o fato de que esse medo não chegou a se concretizar. Mostre também que se aquilo que temia viesse a acontecer, não seria o fim do mundo. Fale a respeito de como pode lidar com a situação.
Existe uma mulher cristã passiva?
Sim. Infelizmente o medo e a passividade são agentes destruidores que operam de modo igual em ambos os sexos. É um pouco mais evidente nos homens já que se espera que sejam mais competitivos e durões. Mas esse comportamento pode ser igualmente frustrante para os maridos de mulheres cristãs passivas. O lado bom é que as mulheres, tipicamente, são mais inclinadas a procurar ajuda e mais capazes de falar a respeito das suas emoções e problemas.
Independente de gênero, é impressionante o que acontece quando colocamos esse medo enganoso e debilitante na luz: ele perde o seu poder sobre nós. E, com a ajuda de Deus, passamos a ser capacitados para uma vida melhor, mais livre, mais abundante nele.
Publicado na revista “Today’s Christian Woman” – Março/Abril 2006 (do grupo “Christianity Today”, www.christianitytoday.com).
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Sites de suicídios assustam Japão
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
A BENÇÃO DA DOR por Caio Fábio
A grande verdade prática acerca do crescimento humano num mundo caído [sendo o próprio homem um ser caído e em busca suicida de subida para baixo], é que sem a benção da dor ninguém seria salvo para a consciência do Significado da Vida. Nós, entretanto, tratamos a dor como maldição, sem sabermos que num mundo caído, os cardos, os abrolhos, os espinhos, o suor, o trabalho, o desejo dedicado a um só objeto de amor, e o trazer filhos ao mundo em dores de parto, são as bênçãos da Graça de Deus para o homem caído.
“Maldita é a terra por tua causa” — disse Deus.
“Pois a própria criação geme, aguardando para ser redimida do cativeiro de sua sujeição à vaidade por causa daquele que a sujeitou” — disse Paulo conforme esta minha paráfrase de suas palavras em Romanos 8. E acrescentou: “Na esperança de que também a criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus”.
Assim, a terra foi amaldiçoada por causa da criatura [o homem] para que a criatura tivesse a esperança da salvação de sua própria escravidão à vaidade de ser, e, assim, se torne as primícias da criação em glória para Deus.
A terra amaldiçoada é o único lugar possível de cura para o homem endiabrado pela vaidade do suposto conhecimento do Bem e do Mal.
Isso tudo, entretanto, não acontece sem dor. Pois só a dor cura da vaidade. Seja qual for a qualidade da dor, ela será necessária na transformação da vaidade do homem ao chamado da glória de Deus.
A boa resposta do homem à dor é a Esperança de Deus para a cura humana num mundo caído!
Portanto, a terra sob maldição é parte da Graça que cura o homem de seu mal de vaidade essencial de falta de sentido e de significado, a fim de conduzi-lo ao que realiza a glória de Deus no homem, que é torná-lo à imagem e semelhança do Filho de Deus.
Assim, saiba: a dor faz parte...
Aliás, sem tal parte tudo seria nada; e, assim, nada teria parte com a Vida. Chegar à Árvore da Vida no estado no qual a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal no deixou, seria ficar perdido no estado fixado de Queda.
Agora, entretanto, espinhos, abrolhos, cardos, suores, esforços, limitações, impotência e fraquezas fazem parte do que em nós será o que se terá por mais precioso como verdadeiro bem da Vida.
Também é por tais certezas que se tem o mais profundo mergulho desamargurado no mar da existência real.
Sim! Pois, por tal apropriação da Realidade é que se saberá que se terá que aprender a passar por espinhos para se chegar às fontes; atravessar cardos para se chegar ao mar; usar abrolhos como decoração no deserto; amar como catividade de desejo a um só; comer apenas porque se trabalha; e chorar os filhos que nasceram do prazer.
Ou do que mais é feita a presente existência?
Paulo ensina que aquele que deseja aprender a gloriar-se na esperança da glória de Deus tem que antes aprender a gloriar-se nas próprias tribulações; pois, somente a tribulação, ou a provação, ou a tentação, ou as fraquezas nos fazem produzir o Fruto da Vida que se alimenta da eternidade.
Num mundo caído a falta de limitações e de dificuldades é o diabo para a alma humana.
O homem, entretanto, chama de benção justamente aquilo que dele tira a vereda da consciência.
O estranho é que a dor não gera o egoísta, mas sim o altruísta; enquanto a ausência de dor gera auto-indulgência aos desejos e caprichos da vaidade, e, assim, apenas produzindo o egoísta.
Mais uma vez se afirma por outra via o que Jesus disse com total simplicidade: “Aquele que ama a sua vida neste mundo a perde, mas aquele que aborrece a sua vida neste mundo a preserva para a vida eterna”.
Desse modo, aquele que existe odiando a tudo o que dói, e apenas chamando de benção aquilo que não dói, será aquele que se perderá para o Sentido da Vida.
Aquele, porém, que abraça a dor que é parte da vereda natural das coisas estabelecidas por Deus, e que evita a dor que vem do mal que se faz contra a natureza das coisas, e que beija em fé a dor que é filha do absurdo [a qual nunca deve ser buscada, mas, uma vez advinda sobre nós, deve ser transformada para o nosso bem] — esse será sempre o ser mais enriquecido na jornada sobre o chão dessa terra amaldiçoada pela vaidade humana.
Os que vêem a vida desse modo são os que se tornam pessoas das quais o mundo não é digno, conforme Hebreus 11.
Ora, embora se creia que chegará a Nova Jerusalém quando toda dor cessará, ainda aqui neste mundo algumas pessoas crescem não para a cessação da dor, mas sim para a transformação de toda dor em gratidão; assim como a mulher que estando para dar a luz, sente dores, mas já as sente como quem se alegra no fato maior que um novo homem está sendo trazido ao mundo.
Sim! Há pessoas que crescem em fé e entendimento espiritual que as possibilita viverem o “apocalipse da dor como dor”, e as faz viverem na “Nova Jerusalém” existencial na qual a “dor já não existe como dor”, mas sim como meio de Graça para transformações mais profundas, conforme o ensino dos profetas, de Jesus e dos Seus apóstolos.
Assim, que sempre se lembre que no mundo se tem aflições, mas que se tenha bom animo, pois Jesus venceu o mundo.
Nele, em Quem o mundo foi relativizado em suas falsas importâncias e valores, inclusive no significado da dor,
Caio
IDOLATRIA: Esse assunto é com você!!!!
Ídolo - do Gr. eídolon, s. m., figura, estátua ou imagem que representa uma divindade e que é objecto de adoração; pessoa a quem se tributa muito respeito e veneração; aquilo que é objecto de adoração, de paixão cega.Nós, como pessoas que têm tendência para a idolatria fazemos a seguite equação:
1) Bom pregador = Santo Homem de Deus.
2) Famoso Autor de livros espirituais = Santo Homem de Deus.
3) Compositor e cantor de lindas músicas gospel = Santo Homem de Deus.
4) Homem de grande conhecimento bíblico = Santo Homem de Deus.
5) Pastor de uma grande igreja = Santo Homem de Deus.
6) Pessoa que tem algum dom espiritual = Santo Homem de Deus.
A idolatria nos cega. Sem a idolatria as pessoas SÃO O QUE SÃO.
1) Bom pregador = Homem que fala bem.
2) Famoso Autor de livros espirituais = Bom escritor.
3) Compositor e cantor de lindas músicas gospel = Músico.
4) Homem de grande conhecimento bíblico = Homem de grande conhecimento bíblico.
5) Pastor de uma grande igreja = Pastor de uma grande igreja.
6) Pessoa que tem algum dom espiritual = Pessoa que tem algum dom espiritual.
SÓ ISSO!!!! MAIS NADA!!!
Não se pode acrescentar nem uma gota de virtude, nem um traço de caráter de valor, se você não convive com essas pessoas. Só a convivência pode mostrar quem realmente elas são.
Pastor Paulo Capeletti da Missão Cena, SP.
domingo, 14 de outubro de 2007
A Prática da Vida Simples - John Walker
Onde o senhor aprendeu sobre a vida simples? Foi na sua própria criação?
Não aprendi sobre o estilo de vida simples na minha criação. Fui criado num ambiente em que, embora não houvesse ostentação, havia bastante afluência. Aprendi sobre simplicidade através de um amigo chamado John Manchester e da experiência que tive trabalhando num ministério de literatura, The Herald of His Coming (O Arauto da Sua Vinda).
Com John, aprendi sobre alimentação saudável, sobre como fazer pão integral e, também, sobre a esposa ter os partos em casa e não no hospital.
No Arauto da Sua Vinda, aprendi muitas coisas que marcaram minha vida. Por exemplo, na parede havia uma placa que dizia: "Economizar para Evangelizar". Os obreiros recebiam apenas o estritamente necessário para viver. Alguns davam seu trabalho voluntariamente porque eram aposentados. Usavam roupas (em alguns casos) que eram enviadas como donativo para o ministério. A atitude de todos era economizar o máximo a fim de dar o máximo à obra do Senhor. O próprio jornal publicado ali tinha uma tiragem de várias centenas de milhares de cópias, enviadas gratuitamente aos leitores, num ministério totalmente sustentado pela fé.
Há algum testemunho contemporâneo ou passado que influenciou suas convicções nesta área?
C. T. Studd sempre foi uma inspiração para mim. Ele herdou uma fortuna e doou tudo a obras de Deus antes de atender ao chamado para ir a terras estrangeiras para pregar o evangelho. Ele foi primeiro à China, depois à África, ficando, às vezes, meses ou até anos longe de sua esposa. Posso citar também Francisco de Assis e Madre Teresa.
Como o senhor definiria a vida simples para o cristão? Existe um padrão ou regra que todos os cristãos deveriam seguir?
Aprendi primeiro sobre a atitude de 100% de John Manchester. Na época em que conversávamos sobre isso, nenhum dos dois ainda era convertido! Porém, essa idéia encontrou ressonância imediata no meu coração. Se Deus é Deus, então não pode haver meias medidas. O primeiro mandamento é amar a Deus com todo seu coração. O segundo é semelhante a este: amar ao seu próximo como a si mesmo.
Não existe uma regra para todos os cristãos – senão seria uma obrigação. Ou, se houvesse, seria esta: Tudo para Jesus.
O apóstolo Paulo nos exorta a nos contentarmos com o que comer e o que vestir (1 Tm 6.6-8). Jesus disse que devemos buscar em primeiro lugar o reino de Deus e todas as outras coisas nos serão acrescentadas (Mt 6.33). Quando o Espírito foi derramado no Pentecostes, as pessoas dividiam suas posses umas com as outras, de forma que ninguém sentia falta de coisa alguma (At 2.44-45; 4.34).
Este estilo de vida simples tornou-se uma paixão em minha vida. Sentia que era um grande pecado (ou crime) desperdiçar dinheiro em luxos ou coisas desnecessárias. Nunca comprávamos móveis novos, roupas caras, sapatos extras ou coisas assim. Se eu tinha algum dinheiro a mais, logo achava um jeito de doar para algum necessitado.
Meu alvo era: tudo para Jesus. Ensinei isso à minha família. Não fazíamos festas dispendiosas, não comprávamos presentes desnecessários. Como eu sofria quando ia visitar meus parentes na época do Natal e via tanto desperdício!
Tudo de que precisávamos, se fosse possível, era comprado usado, inclusive o carro da família. Meu pensamento era: Como podemos desperdiçar um centavo quando há tanto sofrimento e falta no mundo ao nosso redor? Desperdício de comida se incluía nisso também.
Praticávamos uma alimentação saudável. Não gastávamos dinheiro com médicos ou remédios. Enviávamos dinheiro a missionários, e nossas ofertas quase sempre somavam mais do que o dízimo. Tudo para Jesus!
O resultado de levar uma vida simples é que não somos obrigados a entrar na corrida desenfreada, tornando-nos escravos do sistema deste mundo. Podemos ser livres para viver em favor de Jesus e do reino de Deus. Podemos ter capacidade de ajudar a outros que estão em necessidade. Teremos uma consciência livre de que estamos colocando o reino em primeiro lugar e não a nossa própria satisfação e ambições.
Temos que decidir se vamos servir a Deus ou a Mamom (o dinheiro). Não podemos ter os dois (Mt 6.24). Se a igreja quiser estar pronta para a segunda vinda de Jesus, ela não pode estar no sistema capitalista de buscar riquezas, prazer e um estilo de vida egoísta. Precisamos dedicar tudo possível para aliviar o sofrimento dos outros e para alcançá-los com as boas novas em palavras e em ações.
Precisamos desenvolver um estilo de vida alternativo, uma comunidade dirigida pelo Espírito Santo. Por exemplo, casamentos não precisam ser uma cópia dos casamentos na sociedade do mundo. Podem ser simples, simples, com o Senhor em primeiro lugar. Nada de dinheiro desperdiçado em vaidade e status.
Tudo isso é apenas uma paixão que tenho recebido do Senhor; nada para crédito pessoal. Afinal, a vida com Jesus é um romance que termina em casamento!
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Igreja de Cristo - Conhecida pelos seus frutos, revelada por Deus
INTERNACIONAL - Mesmo a Portas Abertas sendo uma missão evangélica, é freqüente no seu site a publicação de notícias que envolvam católicos – romanos, ortodoxos ou coptas – em países como Índia, Iraque, Egito, ex-Repúblicas Soviéticas, entre outros. As notícias geralmente relatam um padre que foi preso, um bispo que se manifesta contra discriminação, ou outro fato desta natureza.Algumas pessoas que vêem essas notícias questionam se a Portas Abertas é ecumênica.
Segundo o dicionário Houaiss, ecumenismo é o substantivo que designa tanto o apelo à unidade de todos os povos contidos na mensagem do Evangelho quanto o movimento favorável à união de todas as igrejas cristãs. Portanto, a resposta é não, a Portas Abertas não é ecumênica.
A Portas Abertas é uma missão de confissão apostólica e arraigada na tradição da reforma de Lutero do século XVI. Mas, ao mesmo tempo em que não é ecumênica, a Portas Abertas não se arroga a capacidade de distinguir quem é e quem não é cristão. Nós cremos que essa é uma capacidade que Jesus guardou pra si mesmo, conforme a parábola do joio e do trigo (Mt 13.24-30, ênfase no versículo 30).
Assim, quando pessoas que alegam ser cristãs são por causa disso hostilizadas, a Portas Abertas noticia o caso, se solidariza com elas e convida os que crêem na intercessão a se unirem por essas vítimas da intolerância religiosa.
Por isso também, a Portas Abertas respeitosamente rejeita a recente colocação do cardeal Joseph Ratzinger, conhecido como Papa Bento XVI, de que apenas a Igreja Católica é a Igreja de Cristo.
Sem questionar a erudição pessoal e a condição de líder de um grande movimento – traços indissociáveis da figura do Papa –, a Portas Abertas não reconhece em homem nenhum a condição de emitir tal veredicto. O máximo que o Senhor Jesus Cristo nos permitiu fazer é buscar os verdadeiros cristãos pelos seus frutos (Mt 12.32).
Fica aqui o convite a todos os que pleiteiam ser parte do verdadeiro Corpo de Cristo, descrito por Paulo em 1 Coríntios 12.12-31, que busquem produzir frutos. No mais, resta a todos nós, outro conselho de Paulo: “Quem julga estar de pé cuide para que não caia” (1 Co 10.12).
Douglas Monaco
Secretário Geral - Portas Abertas Brasil
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
QUEM NÃO SABE QUE O DINHEIRO DA RECORD VEM DA “ARCA DA ALIANÇA?”
Quinta-feira, dia 27 de setembro.Inauguração da Record News – novo canal de TV do empresário-bispo Edir Macedo.Apesar dessa inauguração representar mais notícias dentro de nossas casas, mentalidades cristãs mais escrupulosas diriam que isso tudo assusta e ultrapassa a margem da legalidade.
é mentor da Estação do Caminho em Santos
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Louvar a Homens - John Nelson Darby
John Nelson Darby, 1800-1882, foi uma das principais figuras do movimento na Inglaterra conhecido como “Plymouth Brethren” (ou “Irmãos Livres”; ou “Casas de Oração”, no Brasil) e é considerado pai da linha teológica chamada “dispensacionalismo”.
Cristianismo Criativo por Steve Turner
Imagine um mundo repleto de artistas. De seres humanos especialmente criativos e devotados à música, literatura, teatro, pintura. Imagine um mundo de concertos e óperas, em teatros ou praças públicas. Idealize quadros e esculturas; estilistas, coreógrafos, cenógrafos. Abra um livro imaginário e passeie pelo conteúdo. Adapte para as telas do cinema, da TV e pare.Pense e imagine tudo isso sendo elaborado por cristãos. Que impacto teria na sociedade? A igreja ignoraria Shakespeare por escrever Romeu e Julieta, Hamlet ou Macbeth? Ou se orgulharia do dramaturgo da mesma forma que enche a boca para dizer ao mundo que C.S.Lewis, o escritor de Crônicas de Nárnia, era cristão?
Steve Turner é autor do livro Cristianismo Criativo? (W4 Editora) e defende a idéia de que o artista não precisa sacralizar sua arte para ser aceito pela comunidade cristã quando se converte ao Evangelho. Para ele, a arte cristã deve ser estendida e propagada para além dos templos. E, ao lançar este desafio aos artistas – o de continuarem produzindo arte secular, leva em consideração apenas a importância do testemunho e da ética cristã. Ele quer ver os cristãos revolucionando a arte contemporânea, embora não espere que esta mesma arte, por si só, converta pessoas, mas espera que ela seja boa o suficiente para despertar no apreciador da obra de arte o interesse pela vida e pelo testemunho de seu autor. “Esta é uma das chances de ser luz nas trevas. Se não estamos presentes nas artes, negamos às pessoas a oportunidade de se depararem com a nossa perspectiva”, diz ele.
domingo, 7 de outubro de 2007
Vinho Novo em Odres Novos por Caio Fábio
Amados, “nossa tentativa é de experimentar, provar e viver o eterno Vinho Novo em Odres Novos! Isso porque existem muitos Odres Antigos, que são só odres, são só ‘containers’, eles não fazem parte do conteúdo do Evangelho.O Evangelho é o Vinho, o resto é apenas, generacional, tem a ver com o tempo, com a hora, com a ocasião. Só que nós, cristãos, acabamos institucionalizando o Odre, e o Odre ganhou uma importância tão grande, que a gente briga, mata e morre pelo Odre, mas não tem ninguém interessado com a qualidade do Vinho! E se é assim, nós não estamos aqui para repetir os modelos de Odres que existem, mas estamos pedindo a Deus que não nos falte o conteúdo do Vinho Novo do Evangelho para pacificar o coração de cada um, em nome de Jesus.”
Não adianta brigar contra a Potestade da Religião. Ela se alimenta da briga contra ela. Sim! O ódio a alimenta e a rejeição a fortalece em seus ódios. Assim, é deixá-la! Pois, a única coisa que pode ajudá-la é justamente o ser deixada só.
Quem ama o Senhor, que ame os irmãos; e que não fique reclamando da “igreja”, nem perdendo tempo com ela e sua brigas sem fim, mas, dedique-se a pastorear as ovelhas e cordeiros de Jesus, conforme Ele disse a Pedro que fizesse.
Sim! Quem ama o Senhor e Sua Palavra, reúna os parentes e amigos e comece a adorar a Deus com eles, estudando e crendo na Palavra, orando uns pelos outros, não se intrometendo nas vidas uns dos outros, mas também não permitindo abusos de uns para com os outros, posto que o Caminho é de Graça, Amor e Perdão; e não a espinhenta vereda da disputa, da supremacia e do abuso; posto que a Graça jamais será a Graxa dos descomprometidos.
Se alguém ouvir e crer; e levantar-se para a Vida em nome de Jesus, esse é membro da Doce Revolução.
Ora, só não vê quem não quer. Pois a Figueira está dando todos os sinais de que o Verão está às portas.
Nele, que nos chama a nada que não transforme segundo o Evangelho.
sábado, 6 de outubro de 2007
5 e-books de Watchman Nee
Mal-entendidos do orgulho - CS Lewis
Precisamos nos precaver contra alguns mal-entendidos sobre o assunto ORGULHO.sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Vencendo Outros Pecados Pelo Orgulho - CS Lewis
É terrível que o pior dos pecados possa penetrar em nosso ser, tal qual um produto contrabandeado, até atingir o próprio centro da nossa vida espiritual! Mas não é difícil entender como isso acontece. Os outros pecados, menos nocivos, provêm da atuação do diabo em nossa natureza animal. Já o orgulho não penetra em nós através de nossa natureza animal, absolutamente. Vem diretamente do inferno! É puramente espiritual e, conseqüentemente, muito mais sutil e mortal.quarta-feira, 3 de outubro de 2007
E o Orgulho no Cristão? por CS Lewis
Os cristãos têm razão: o orgulho tem sido a principal causa da miséria em todas as nações e em todas as famílias desde que o mundo é mundo. Outros pecados, às vezes, podem unir as pessoas: pode-se encontrar companheirismo, brincadeiras e afabilidade entre os que se dão à embriaguez ou são devassos. Mas o orgulho sempre significa inimizade: é inimizade. E não apenas inimizade entre um homem e outro, mas inimizade contra Deus.Felizmente, temos um teste à nossa disposição. Sempre que a nossa vida espiritual nos faz pensar que somos bons ou, sobretudo, que somos melhores do que os outros, podemos ter certeza de que não é Deus que está atuando em nossas vidas, mas sim o demônio. A verdadeira prova de estar na presença de Deus é quando nos esquecemos completamente de nós mesmos ou quando nos consideramos um pequeno e vil objeto. É preferível esquecermo-nos completamente.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
O Grande Pecado por C. S. Lewis
O pecado a que me refiro é o orgulho ou presunção; a virtude que lhe é oposta, na moral cristã, chama-se humildade. Ter moralidade sexual, embora importante, não é o centro da moral cristã.


