sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O JOGO ACABOU

Confiança em Deus é acreditar que aquilo que Ele fez na cruz já bastou para a sua salvação, e que você não precisa fazer mais nada para ser amado e aceito por Deus. Mais nada!! E fazer mais nada quer dizer mais nada mesmo: Nem ir para a igeja, nem orar, nem ler a Bíblia, nem evangelizar, nem... nem... nem...

Você não precisa fazer mais nada para ser amado e aceito por Deus, porque Jesus já fez tudo no seu lugar e confiança é aceitar isso!

Todas as outras coisas que eu disse anteriormente são boas, mas não vão comprar o amor de Deus nem a sua salvação. Ao contrário, se você assim o fizer isto tirará a paz e o amor de Deus do seu coração, porque haverá muita culpa e medo envolvido na sua busca de agradar a Deus pelos seus próprios esforços. E você verá que não é capaz de manter esse alto padrão por muito tempo.

Orar, ler a Bíblia, evangelizar, fazer boas obras é coisa natural dos que confiam no Senhor, dos que foram salvos pela graça mediante a fé. Fazer todas essas coisas é fruto de uma que confia em Jesus. Mas em nenhum momento essas coisas me tornarão melhor ou pior.

As obras da fé vem depois dessa experiência com a graça de Deus. Se você busca ser agradável a Deus pelo que você faz você entrará no barco da religião. A religião é que traz o medo, o pavor, a culpa como sentimento maior de culto a Deus. Ela começa com as obras pra chegar na salvação
Ela diz que a salvação é pela graça mas na prática são as obras que contam.

A religião cobra um estilo de vida altíssimo, mas que no fundo é hipócrita, pois ninguém pode chegar no nível que ela cobra.

Na graça, você chega no nível que Deus quer por causa do que Jesus fez. E qual é a sua parte? Aceitar e confessar diante de Deus e dos homens que você é pecador e que necessita Dele. Que você é IGUAL a todos os homens, e por isso pode se compadecer de qualquer um, sem se sentir superior.

Na primeira carta de João ele diz que "se dissermos que não temos pecado a verdade não está em nós". A coisa com Deus é mais simples, é só aceitarmos que somos doentes, necessitados, incapazes, pecadores para Ele ser o Doutor, Curador, Salvador, Advogado de nossas vidas. Essa é a verdade. Ele só quer a verdade sobre nós. Ele não quer máscara, performance, desempenho, Ele quer a verdade, pois se formos verdadeiros Ele pode nos curar.

Lembrando que não são os sãos que precisam de médico. Enquanto estivermos envoltos nas nossas religiões estaremos achando que os das outras religiões estão errados, que os nossos amigos que não vem pra igreja vão pro inferno, que somos melhores que os outros, fazemos distinção das coisas de Deus e as do MUNDO...

A religião é o demônio da hipocrisia que vive baseado nas obras de cada um!

Donald McCullough mostra como é a confiança que a graça produz:
A graça quer dizer que no meio do jogo o juiz apita anunciando o término da partida. Somos declarados vencedores e mandados para o chuveiro. Encerrados estão todos os esforços para
obter-se o favor de Deus; cancelado está todo o suado empenho para garantir valor próprio; chegou ao fim toda a pressa competitiva de chegar na frente dos outros. A graça quer dizer que Deus está do nosso lado e que somos, portanto, vitoriosos, independentemente do nosso desempenho no jogo. Podemos partir tranquilamente para o chuveiro e para a comemoração da vitória.

Auréolas Tortas por Brennan Manning

Um homem entrou no consultório médico e disse:
_ Doutor, tenho um aterrível dor de cabeça que nunca vai embora. O senhor poderia me receitar alguma coisa para ela?
_ Sim, disse o médico, mas quero checar algumas coisas antes. Diga, você bebe muito bebida alcoólica?
_Álcool? disse o homem indignado. Nunca chego perto dessa porcaria.
_Fuma?
_Acho cigarro nojento. Nunca na minha vida provei um.
_E com relação a sair a noite, baladas...?
_Claro que não! Quem o senhor acha que eu sou? Estou na cama todo dia antes das dez.
_Diga-me uma coisa, pediu o médico. Essa sua dor de cabeça é um tipo agudo e penetrante?
_É assim mesmo, uma dor aguda e penetrante doutor.
_Então é simples, meu caro. Seu problema é que a sua auréola está apertada demais. Só precisamos soltá-la um pouquinho!

Retirado do livro: Evangelho Maltrapilho, pág. 73

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Meu Primeiro Desmaio

Há dois meses atrás ocorreu meu primeiro desmaio. Eu sei que para muitos isso poderia ser uma tragédia, mas para mim foi algo fascinante.
Nunca tinha chegado ao fato de desmaiar, embora sempre, desde adolescente quando treinava tanto futebol, quanto volei, sempre dava aquelas caídas de pressão. Mas era só ficar um tempo sentado com a cabeça no meio das pernas que "voltava".

Mas há dois meses atrás não foi assim. Depois de um bom exercício físico, estava extenuado e fui tomar banho. Foi quando minha visão foi sumindo... sumindo... e é como se eu começasse a sonhar.

Acordei com a minha esposa me chacoalhando e batendo no rosto, gritando o meu nome.
Sonhei várias coisas, e ouvia minha esposa falando comigo "lá longe".
Bem, fiquei feliz em ter passado essa experiência, nem sei porquê. Talvez seja pelo fato de que encaro a vida como algo tão maravilhoso, que até as coisas ruins me fascinam. Já diziam que o bom e o belo estão nos olhos daquele que olha.
Por causa disso pensei em tantos que morrem assim, demaiando... sem nenhuma dor.. e acabam simplesmente indo...

Fiquei pensando também como seria o pensamento da pessoa um segundo após uma morte muito dolorosa. Parece que nas duas alternativas a palavra que me vem à mente é descanso.

É claro que não estou fazendo apologia à morte, mas só estava pensando... todos nós somos iguais, e vamos morrer... esse destino está nos preparado.
Quando eu era jovem, hoje estou quase quarentão graças a Deus, pensava no que fazer, fazer, fazer, para ganhar esta vida... para fazer valer a pena minha existência, e agora mesmo senti vontade de escrever isso...

É, mas os cabelos brancos me trazem à sensatez e a sabedoria que diz: Tudo é vaidade!!

Vaidade no sentido de que a maioria das coisas que damos muito valor são verdadeiramente fúteis, vãs, sem valor eterno, sem valor moral/ético, não produz pessoas melhores, nem mundo melhor. Só são nossas buscas toscas de realização pessoal.

O que se leva porém, desta vida, é o quanto amamos a Deus e às pessoas. O resto... é simplesmente o acúmulo de atividades envolvidas em dor, fadiga, suor...

Não estou falando que a vida é uma porcaria, não! Ela é maravilhosa, mas somente para alguns e em alguma parte da vida. Para a maioria, na maior parte do tempo é somente frustração e fuga.

Mas esta mesma vida com uma boa dose de bom ânimo e de relacionamento com Jesus se torna uma grande aventura!!! Onde coisas boas e ruins acontecem, mas que nunca apagam nem diminuem o sabor de ter acabado a carreira e guardado a fé.

Me sinto assim hoje, rico em experiências, vendo a cada dia as pessoas que Deus colocou em meu caminho para marcá-los com o Seu amor, e pronto para desmaiar para acordar com Deus. Não ache que eu estou querendo morrer não! Somente estou compartilhando algo que todo mundo pensa mas tem medo de falar porque senão vão falar que está depressivo.

É, eu sou assim mesmo!!

Amado amigo que passou por aqui, um convite desafio para você: Como um bom Indiana Jones, persiga a Deus até que seja íntimo Dele... ame as pessoas... todas elas... e principalmente as que passarem por sua vida, e Deus lhe dará a vida como uma grande aventura...!!!!

Você que leu todo esse texto, assista ao vídeo Valeu Demais! É isso que desejo a você!

Um grande abraço a todos

A Ordem de Melquizedeque por Caio Fábio

(Durma com essa coisa mexendo com seus neurônios evangélicos... hehehe. Comigo ainda mexe muito.) Roberto Lima.

Melquizedeque aparece do nada, sem antecedentes e sem explicações. Abraão encontra com ele e se verga diante dele, e lhe paga o dízimo de tudo quanto tinha consigo. Melquizedeque abençoa a Abraão. Então, assim como veio, ele vai, sem deixar vestígios. Mais tarde, séculos depois disto, Melquizedeque aparece nos Salmos, quando, também do nada, se diz que o Senhor jurou que Seu Enviado seria feito Sumo Sacerdote, segundo a Ordem de Melquizedeque. Somente isto e nada mais. Até a Carta aos Hebreus.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

NÃO BASTA NÃO FAZER O MAL. O MAL É NÃO FAZER O BEM!

O final será tão simples quanto o começo de tudo.

Já que a Árvore era do Conhecimento do Bem e do Mal, ao final o que se terá será apenas o bem ou o mal na sua forma mais simples.

Assim...

Se houve ação para o bem-menor, mesmo que o mais singelo, como dar um copo de água, agasalhar, abrigar, socorrer, defender, confortar a todos os necessitados que tenham estado efetivamente diante de nós... — então, se vai para a Vida.

Assim...

Se houve omissão como perversidade auto-denfensiva, a qual simplesmente cega tanto o indivíduo que faz com que ele pense que se não fez nada de errado, se cumpriu as leis e manteve a moral da maioria moral, então ele fez a sua parte e deu à sua vida o nobre significado de não pedir e nem oferecer ajuda. Ou seja: um perfeito cidadão!

A uns Jesus dirá:

Vinde! Entrai no gozo! Pois a mim vocês serviram a todos aos quais se deram na existência! Era eu quem estava lá. Entrem todos! Muitas são as moradas para os que são morada.

A outros Ele dirá:

Vocês nunca quiseram me conhecer. Eu persegui vocês com tantas oportunidades. Mas vocês fugiram de mim como quem foge de um necessitado! Nunca pude conhecer vocês: vocês nunca deixaram!

Simples assim é o Caminho do Evangelho!

Antes o que se tinha era a escolha de saber sobre o Bem e o Mal. Agora que se sabe, então, a escolha é mais do que deixar de fazer o bem e o mal, como se pudesse haver uma existência para a qual bem e mal tenham ficado suspensos pela moral ou pelas obrigações contratadas.

Não! Agora já não há mais o lugar do saber mais... Todos sabem... O que há é a decisão de fazer ou não o que é bom conforme a vida.

A quem deseja Saber Mais, Jesus diz:

“Vai tu, e faze o mesmo!”

Caio

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Alma sobrevivente - Philip Yancey

Sinopse: Philip Yancey é uma pessoa que absorveu parte do que a igreja tem de pior a oferecer, mas mesmo assim caiu nos braços amorosos de Deus. Passou por um período de rejeição da igreja e de Deus, uma experiência de conversão às avessas que lhe pareceu um tempo de libertação. Terminou, todavia, não como ateu, um refugiado que deixou a igreja, mas como um dos seus defensores.

Alma Sobrevivente revela o que lhe permitiu resgatar uma fé pessoal dentre os efeitos perniciosos da religião.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Cargo ou Função? por Pedro Arruda

Qual é mais adequado à Igreja?

Através de um organograma, pode-se observar a distribuição dos órgãos de uma organização, verificando-se inclusive a hierarquia entre eles. Semelhantemente, também é possível observar os principais cargos que ela contém. O cargo é um posto inerente à organização, impessoal, e pode existir por tempo indefinido, mesmo sem ser ocupado por um profissional. O cargo poderá ser atribuído até mesmo a profissionais que já se desligaram da organização, a título honorífico, sem jamais comprometer a produção dela, como ocorre com muitos aposentados ou jubilados, que conservam suas patentes e títulos.
Parte do conteúdo de um cargo são as funções previstas a serem executadas pelo profissional que o ocupe. Estas dizem respeito à pessoa, uma vez que seu serviço é indispensável ao funcionamento, bem como à eficiência e à qualidade. A função não pode ficar vaga, pois se não houver quem a execute, não haverá produção; a qualificação do profissional determinará a qualidade do produto, e da sua eficiência dependerá a quantidade da produção.

Cargos na Igreja

A importância dos cargos na igreja é proporcional à sua organização, sendo que com as funções ocorre o inverso. Os cargos ganharam tal relevância que em muitos casos ultrapassaram a própria esfera eclesiástica e atingiram um status social, equiparado aos cargos de outros meios. É conhecida a clássica saudação dos discursos referindo-se às “autoridades, civis, militares e eclesiásticas” e a lista de pronomes de tratamento, próprios para a distinção dessas autoridades eclesiásticas e para a hierarquia que ocupam na igreja organizada.
A evidência da extrapolação em busca de um status social mais amplo se percebe quando as pessoas investidas desses cargos buscam uma projeção na área político-partidária, percorrendo caminhos semelhantes a outros dirigentes classistas que fizeram do meio de origem um trampolim para a pretendida projeção. Como em toda organização, a igreja é detentora dos cargos, os quais, sempre é bom lembrar, não são indispensáveis.
Outra consideração que não podemos omitir é a discutível competência organizacional da igreja, pois não obstante estar provida de uma série de cargos, ela tem-se caracterizado por sobrecarregar alguns enquanto forma um exército de desocupados em relação às tarefas que lhe são inerentes.

Funções na Igreja

O contraponto de Organização é o Organismo, que não diz respeito a cargos, mas a funções, que estão perfeitamente adequadas a termos como corpo, vida e funcionamento, aplicados perfeitamente à igreja, na sua essência. Os membros de um corpo não têm cargos, mas sim funções. Função diz respeito ao funcionamento, e ai de nós quando um dos membros ou órgãos deixa de funcionar. Cada um deles executa diferentes funções, todas necessárias, mas alguns desempenham funções vitais, sem as quais é impossível a vida. O funcionamento de cada um se traduz no serviço por ele prestado ao corpo. Quando algum deles deixa de prestar seu serviço ou o faz com qualidade precária, todo o corpo ressente-se dessa falta.
Seguindo esse mesmo raciocínio, assim também deve ser a igreja, na qual ninguém deveria se preocupar com cargos, e sim com a função, que se traduz em servir, como disse Jesus: “Quem quiser ser o maior, seja o que sirva” (Lc 22.25-26). Em outras palavras, Jesus disse que são os governos do mundo, em todas as esferas, sejam estatais, empresariais, sindicais ou militares, que se preocupam com cargos e hierarquia. Ao contrário do cargo, o simples exercício de uma função não proporciona projeção além da sua esfera de atuação.
Num corpo sadio, a subordinação de todos os membros é absoluta ao comando da cabeça, e, ao mesmo tempo, a importância de cada um é totalmente relativa às situações com que se depara. Se o momento é de saciar a fome, os movimentos executados pelos membros são para servir a boca. Se uma determinada ocorrência exige uma atenção absoluta, todos os demais membros se aquietam, canalizando a concentração aos olhos e ouvidos. Se for necessária uma fuga imediata, todas as energias serão destinadas aos membros inferiores para liderar a ação. De acordo com a situação, os demais membros se sujeitam à liderança daquele que for especialista na questão. Essa flexibilidade é impraticável à organização, por prever uma rigidez de comando através dos diferentes níveis hierárquicos representados pelos respectivos cargos.

Podemos concluir, então, que a igreja é um organismo vivo e ativo à medida que seus membros valorizam o desempenho de funções e desprezam a obstinação por cargos.


Retirado do site www.revistaimpacto.com.br

Fragmentos


Os dogmas assustam como trovões e que medo de errar a seqüência dos ritos!

Em compensação, Deus é mais simples do que as religiões.

[Mário Quintana]

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

A Parábola da Mente Estreita por Autor Desconhecido

Certo dia, ao atravessar um bosque, vi um homem com uma corda no pescoço para se enforcar. Corri, então, em sua direção, e disse-lhe: “Pare! Não faça isso!”
“E por que eu não deveria?”, perguntou ele.
Eu disse: “Bem, há tanto pelo que se viver!”.
Ele disse: “Como o quê?”
Eu disse: “Bem, você é religioso ou ateu?”
Ele disse: “Religioso”.
Eu disse: “Eu também. Você é católico ou protestante?”
Ele disse: “Protestante”.
Eu disse: “Eu também! Você é episcopal ou batista?”
Ele disse: “Batista”.
Eu disse: “Puxa! Eu também! Você é da Igreja Batista de Deus ou da Igreja Batista do Senhor?”
Ele disse: “Igreja Batista de Deus”.
Eu disse: “Eu também! Você é da Igreja Batista de Deus Original ou da Igreja Batista de Deus Reformada?”
Ele disse: “Igreja Batista de Deus Reformada”.
Eu disse: “Eu também! Você é da Igreja Batista de Deus Reformada em 1879 ou da Igreja Batista de Deus Reformada em 1915?”
Ele disse: “Igreja Batista de Deus Reformada em 1915!”
Eu disse: “Então morra, seu herege!”, e, com imenso desgosto, puxei a corda.

Texto extraído de “Histórias que Abrem a Janela Mais Ampla de Deus”, DeVern Fromke, Edições Tesouro Aberto

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Igreja Lions Clube x Igreja Alcoólicos Anônimos

Programa dos 12 passos do Alcoólicos Anônimos

01. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
02. Viemos a acreditar que um Poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade.
03. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.
04. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
05. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
06. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
07. Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
08. Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
09. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.
10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade.
12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a esses Passos, procuramos transmitir essa mensagem aos alcoólicos e praticar esses princípios em todas as nossas atividades.


Fonte: http://www.alcoolicosanonimos.org.br/

Código de ética do Lions Clube

01. DEMONSTRAR fé nos méritos da minha profissão esforçando-me para conseguir honrosa reputação mercê da excelência dos meus serviços.
02. LUTAR pelo êxito e pleitear toda remuneração ou lucro que, eqüitativa e justamente mereça, recusando, porém, aqueles que possam acarretar diminuição de minha dignidade, devido à vantagem injusta ou ação duvidosa.
03. LEMBRAR que, para ser bem sucedido nos negócios ou empreendimentos, não é necessário destruir os dos outros. Ser leal com os clientes e sincero consigo mesmo.
04. DECIDIR contra mim mesmo no caso de dúvida quanto ao direito e a ética de meus atos perante meu próximo.
05. PRATICAR a amizade como um fim e não como um meio. Sustentar que a verdadeira amizade não é o resultado de favores mutuamente prestados, dado que não requer retribuição, pois recebe benefícios com o mesmo espírito desinteressado com que os dá.
06. TER sempre presente meus deveres de cidadão para com a minha localidade, meu Estado e meu País, sendo-lhes constantemente leal em pensamento, palavras e obras, dedicando-lhes, desinteressadamente, meu tempo, meu trabalho e meus recursos.
07. AJUDAR ao próximo, consolando o aflito, fortalecendo o débil e socorrendo o necessitado.
08. SER comedido na crítica e generoso no elogio, construir e não destruir.

Fonte: http://www.lions.org.br/nacional/eticas.html

Com que objetivo postei os dois textos acima? Pelo seguinte: com qual a igreja que congregamos mais se parece?

Se for com a Igreja "Alcoólicos anônimos":
1- Todos estão bem conscientes de estão ali por que não são boas pessoas;
2- Estão ali para conseguir ajuda;
3- Todos estão conscientes de podem falhar, e ninguém critica quando isto acontece; antes os ajudam e ficam muito felizes quando o "caído" volta;
4- Não importa a classe social; todos estão ali pelo mesmo motivo;
5- Praticam a humildade, o perdão e o arrependimento - diariamente.
6- Recebem muito bem a todos os que chegam, pois são tão iguais em fraquezas quanto os que já estão lá.

Se for com a Igreja "Lions Clube":
1- Todos ali devem ser bons o suficiente, tão bons que podem ajudar os outros;
2- Devem mostrar a todos o quão bons eles são;
3- Seguir a risca as regras, e fazer boas obras, mesmo que elas sejam feitas por exibicionismo e para criar uma imagem respeitável perante à sociedade;
4- Fazer parte de um grupo restrito, que não aceita ninguém que não seja de boa índole e que não possa vir a acrescentar ao grupo;
5- Os outros é que são fracos e necessitados;
6- Se não seguir as normas, é separado do grupo.

Em qual destas igrejas o evangelho tem dado resultado na vida das pessoas? Qual destas igrejas entendeu o propósito das boas-novas?

Soli Deo Gloria

Leandro Teixeira.
Retirado do blog Liberdade de Pensar.

domingo, 11 de novembro de 2007

Há Um Lugar - Heloísa Rosa

Há Um Lugar De Descanso Em Ti, Há Um Lugar De Refrigério Em Ti
Há Um Lugar Onde A Verdade Reina Esse Lugar É No Senhor 
Há Um Lugar Onde As Pessoas Não Me Influenciam, Há Um Lugar Onde Eu Ouço O Teu Espírito 
Há Um Lugar De Vitória Em Meio A Guerra, Esse Lugar É No Senhor 
   Esse Lugar É No Senhor,  Esse Lugar É No Senhor  
  Esse Lugar É No Senhor,  Esse Lugar É No Senhor  
 Há Um Lugar Onde A Inconstância Não Me Domina, Há Um Lugar Onde Minha Fé É Fortalecida 
Há Um Lugar Onde A Paz É Quem Governa, Esse Lugar É No Senhor 
Há Um Lugar Onde Os Sonhos Não Se Abortam, Há Um Lugar Onde O Temor Não Me Enrijece 
Há Um Lugar Quando Se Perde É Que Se Ganha, Esse Lugar É No Senhor!

sábado, 10 de novembro de 2007

Comparação dos Planetas - como o nosso Deus é Grande

Você já imaginou quão grande é o nosso Deus, que a Bíblia diz que nem os céus dos céus podem contê-lo, nem todo o Universo?
Não imaginou? Nem tem idéia? Então eu vou te ajudar!
Veja esta comparação do tamanho dos planetas e estrelas.

Para que possamos comparar melhor o tamanho dos diversos astros, vamos observar algumas imagens.

A primeira delas nos mostra que a Terra e Vênus tem tamanho muito parecidos. O raio equatorial da Terra é de 6378 km, enquanto o de Vênus, 6051 km. Uma diferença não muito grande.

Marte, por sua vez, é bem menor. Seu raio é de 3397 km, ou seja, um pouco maior que a metade do nosso planeta. Marte é 1.3 vezes maior que Mercúrio, com 2439 quilômetros de raio, que por sua vez é o dobro de Plutão, com 1160 km. Não é a tôa que Plutão foi rebaixado, não acha? A maioria dos telescópios de médio porte, usado por amadores, não consegue vê-lo. Plutão é menor que nossa Lua, que tem 1738 quilômetros de raio!

Gostou dessa comparação? Então vamos à próxima.
Ela nos mostra os gigantes gasosos, como são conhecidos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.

Júpiter, o maior planeta do sistema solar, tem 71492 quilômetros de raio, 11 vezes maior que o raio do nosso planeta. Se fosse ôco, caberia mais de 2 mil Terras dentro dele! Saturno, o segundo maior planeta, não fica atrás. Seu raio é de 60268 quilômetros.

Bem menores, Urano e Netuno têm 51108 e 49538 quilômetros de raio, mesmo assim, aproximadamente 8 vezes maiores que Terra. A figura mostra bem o quanto somos pequeninos perto desses gigantes de gás !

Na sequência vemos o Sol. Seu raio, de 695 mil quilômetros é 100 vezes maior que o raio terrestre. Mesmo o gigantesco Júpiter não passa de uma bolinha de gude quando comparado ao astro-rei. Veja que a Terra, nossa bela Terra, não atinge sequer o tamanho de uma pulga !

Mas as comparações não param. Nem mesmo o Sol é tão grande quanto parece. A ilustração abaixo mostra que até ele se torna uma pequena estrela quando comparado à outros sóis, muitos anos-luz distantes. Nosso Sol não passa de uma lanterna quando comparado à Sirius, distante 25 anos-luz do nosso planeta e a estrela mais brilhente no céu noturno.

Mas até mesmo Sirius, se comparada à grande Arcturus, perde sua majestada. Essa estrela gigante, 17 vezes maior que o Sol, põe suas concorrentes no chão e faz nosso Sol parecer uma pequena lamparina !

Mas não se iluda. No universo a briga é boa e quando você acha que já viu tudo, pode se enganar. Veja a imagem abaixo.

Agora quem parece uma pulga é a gigantesca Arcturus. Perto de Antares, uma supergigante vermelha distante 600 anos-luz da Terra, tudo parece pequeno. Antares é 700 vezes maior que nosso sol e brilha 10 mil vezes mais forte. Localiza-se no centro da constelação do Escorpião, e devido à sua coloração avermelhada, alguns astrônomos a chamam de Coração do Escorpião.

Agora imagine o que diz a Bíblia que nem o universo pode conter o nosso Deus!!!

Quão grande Ele é!!!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

UMA CRONOLOGIA DA FÉ NO CONTEXTO HISTÓRICO

O que segue é uma tábua cronológica que relaciona a vida de Jesus e de Paulo aos Imperadores Romanos, aos seus procuradores e ou prepostos na Palestina, inclusive os “Herodes” — com as produções literárias encontradas no Novo Testamento; digo: especialmente as cartas de Paulo, que é meu interesse imediato, embora estejam presentes as possíveis datas e época dos demais textos.

Leia com atenção. Meu interesse não é apenas cronológico, pois isto pouco ajudaria a qualquer pessoa, a menos que se façam outras correlações.

Os imperadores Romanos do período no qual Jesus e Seus apóstolos viveram, foram seres de impensável monstruosidade.

Ano d.c.

Imperadores romanos

Herodianos e Procuradores romanos

Vidas de Jesus e Paulo

Livros do Novo Testamento

10

Augusto

Herodes o Grande (37-4 a.C.)

Nascimento de Jesus (pelo ano 6 antes da era atual)

-

1

-

Arquelau (até 6 d.C.) Filipe (até 34) Herodes Antipas (até ao ano 39)

-

-

10

Tibério (1-37)

-

-

-

20

-

-

Batismo de Jesus (28)

-

-

-

Pilatos (26-36)

Morte e Ressurreição de Jesus (30)

-

-

-

-

Conversão de Paulo (ano 34)

-

-

Calígula

Herodes Agripa (37-44)

-

-

-

(37-41)

-

-

-

40

Cláudio (41-54)

-

1ª Viagem missionária de Paulo (47)

-

-

-

Félix (52-60)

-

-

-

-

-

2ª Viagem missionária

1 e 2 Ts (ano 50)

50

Nero (54-68)

-

3ª Viagem missionária

Gl; 1 e 2 Cor;

-

-

-

-

Fl; Rm (anos 54-58)

60

-

Festo (60-62)

-

Cl; Flm; Fl;

-

-

-

4ª Viagem, para Roma (60-61)

1 e 2 Tm; Tt (61-67)

-

-

Vespasiano (69-79)

Morte de Paulo (67)

-

-

-

-

-

1 Pe; Mc; Mt; Heb;

70

Tito (79-81)

-

-

Lc; Act;

-

-

-

-

Cartas Universais

80

Domiciano (81-96)

-

-

-

90

-

-

-

Jo, 1,2 e 3 Jo, 2 Pe e Ap

-

Nerva (96-98)

-

-

-

100

Trajano (98-117)

-

-

-


Paulo, por exemplo, viveu sob o poder de muitos deles. Alguns deles pode-se dizer que foram os piores e mais malévolos, como aqueles nos dias dos quais Paulo praticou seu ministério e sua fé: Calígula (37-41), Cláudio (41-54) e Nero (54-68), sob quem veio a morrer.

Os dias áureos dos imperadores Romanos haviam ficado para trás desde antes do nascimento de Jesus. Assim mesmo, o que se chama de Era de Ouro dos Romanos, também pode ser chamada de Era de Sangue, Conspiração, Golpes, Traições, e muitas loucuras.

Praticamente não houve imperador Romano, desde o início da República, que não tenha morrido por assassinato, como no caso de Tibério, que, já estava à morte, mas, mesmo assim, foi sufocado por um travesseiro no seu leito.

Roma era inevitavelmente a Grande Babilônia daqueles dias. A cidade das sete colonas, como diz o Apocalipse, era a Grande Meretriz da Terra.

Os imperadores todos foram seres cuja devassidão, loucura, orgias, bacanais, homicídios e despotismo não tinham jamais tido paralelo na História. Ora, tais coisas iam de assassinatos de familiares ou parentes perigosos (até a própria mãe), às ações de arbitrariedade que serviam para o entretenimento imperial. Isto sem falar nas orgias mais impensáveis, nas quais valia tudo; e nas quais se “pegava”, dependendo do imperador maluco, até a mãe, a irmã, o irmão, etc.—pra a satisfação sexual sado-masoquista e incestuosa. A terceira mulher de Tibério entrou num concurso de sexo contra a mais experiente prostituta de Roma e ganhou: agüentou muito mais homens numa mesma noite que a prostituta profissional.

Pedofilia era normal; e em alguns casos era recomendável!

Roma era uma prostituta. Uma adultera contumaz. Uma cidade de loucuras, sangue, morte, traição, embriagues, orgias, bacanais, e, um ambiente no qual não se conhecia nada além do desejo e do prazer; ou ódio cínico, que se fazia morte pela via dos envenenamentos e outras formas de matar pelas mãos de terceiros.

O exemplo maligno dos imperadores se tornava pratica nas praças e esquinas.

Tudo quanto nós pensamos acerca das palavras acima mencionadas é nada. Sim! Porque nossa visão de tais coisas já carrega o verniz da moral cristã ocidental, a qual, não impede que tais coisas aconteçam, mas as inibe, fazendo com que, no mínimo, elas aconteçam sob véus e máscaras socialmente menos agressivas que a própria realidade; ou melhor: que o próprio descaramento com o qual tais coisas eram feitas naqueles dias.

Ora, digo isto de modo resumido apenas para dar um pequeno pano de fundo histórico ao que desejo afirmar.

E o que desejo afirmar?

Não existe meio e nem modo de se pensar ou conceber que um judeu, criado como um fariseu da elite, pudesse assumir os conceitos que Paulo assumiu como fé, prática e divulgação (mesmo tendo encontrado a Jesus numa estrada), sem que isto lhe tenha vindo como uma poderosa e inafastável revelação.

Sim! Por que como alguém pregaria o perdão de Deus ao mundo, a Graça de Deus aos homens, todos os homens, num mundo como aquele, no qual Sodoma e Gomorra eram cidades de escoteiros?

A reação natural seria a do fechamento. Afinal, quem, com bom senso, haveria de falar de Graça num ambiente de tanta licenciosidade e perversão?

Paulo, exposto ao mundo no qual vivia, teria que ter se tornado um grande “conservador de Jesus”; e não o apóstolo dos gentios, dos pagãos — e que anunciava a justiça da fé, e o perdão unilateralmente decretado por Deus, em Cristo, na Cruz.

Ele encontra a Jesus no tempo de Calígula. E prega o Evangelho sob ele, Calígula, e sob Nero. Sim! Tudo quanto dele temos na forma de cartas e epístolas foi produzido no tempo do governo perverso daqueles dois loucos, primos; e ligados também por relações de natureza incestuosa.

Ambos, Calígula e Nero são tão enlouquecidos de maldade, que, muitas vezes, parecem até ser a mesma pessoa.

É sob esses dois diabos que Paulo prega, escreve e põe a cara para fora. Acaba sendo morto, provavelmente decapitado na Via Ápia, sob Nero.

Assim, quando Paulo faz aquela introdução aos Romanos (capítulos 1-2), o mundo que ele tinha diante de si carregava a força de uma gravidade apocalíptica de natureza existencial e comportamental como nunca antes se vira, e, depois, poucas vezes houve similar. Pode-se dizer que até o Nazismo de Hitler foi mais sofisticado e mascarado. Muito mais!

Paulo tratava das questões que se avolumavam monstruosamente sobre ele e o povo, mas jamais deixou de estabelecer a marca da Graça de Deus, quando, o que naturalmente se faria seria declarar a todos condenados e o mundo como perdido.

Desse modo, deixo aqui para você algumas coisas simples:

1- Não importa a perversão do mundo, o que Deus revelou, não tem que ser feito mais aberto ou mais fechado em nenhuma circunstância. A revelação não pode ser objeto de regulagens em razão de como é a sociedade. Isto porque, para Paulo, ambas as coisas, a Lei e a Licenciosidade, eram irmãs gêmeas; embora habitassem pólos oposto na aparência moral; posto que, Paulo, logo entendera que tanto uma quanto a outra levavam o homem para o mesmo lugar de perdição: a Lei empedrava a alma; e a Licenciosidade a tornava uma pasta.

2- Não importa qual seja o mundo (e poucas vezes o mundo foi caricatamente o “mundo” como nos dias de Paulo), a Palavra do Evangelho terá o que a ele dizer. E Paulo mostrou como o Evangelho é poder de Deus em qualquer mundo ou sociedade.

3- Não importam as conseqüências geradas pela pregação, ela tem que ser feita, como ela é, ainda que se pague com a morte. Ora, Paulo e os demais apóstolos viveram para morrer provando tal tese.

4- Não importando quais sejam os hábitos e vícios humanos, o Evangelho é mais forte do que eles. Podendo gerar santos que já foram santificados pela fé; e, produzir os seres humanos mais extraordinários que o mundo já conheceu.

Outra coisa que gostaria de pedir a você é que levasse em consideração cada uma dessas pequeninas coisas sempre que você for ler as cartas ou epistolas de Paulo — bem como todo qualquer outro texto do Novo Testamento. Pois, assim fazendo, jamais cairemos nos extremos que nos são propostos pelas almas pregadoras que não agem pela Palavra, mas apenas reagem às circunstâncias.

Nele, que nos chama a um só chamado, seja em Roma, no Rio, em New York, em Paris, ou na Faixa de Gaza,

Caio