
A história do violinista Ytzahak Perlman é comovente e serve de inspiração nestes tempos delicados.
Perlman contraiu pólio aos 4 anos de idade e desde então caminha com muletas. Apesar desse impedimento, tornou-se um grande violinista, um “virtuose”.
Diz-se que, certa vez, no palco, sentou-se, colocou as muletas ao lado e posicionou o violino sob o queixo para começar a afiná-lo. De repente, com um ruído estridente, uma das cordas se rompeu.
Quando todos esperavam que ele pedisse outra corda, ele fez um sinal ao maestro para começar e executou todo o concerto com apenas três cordas. No final, todos o ovacionaram em pé.
Quando lhe deram a palavra, disse: “Nossa tarefa é fazer música com o que resta”.
Claro, todos entenderam que as suas palavras se referiam à vida, e não a cordas arrebentadas apenas.
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