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terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Foto de Kevin Carter, em 1993

Arquivado como: Política — Sérgio Farias @ 10:07 am

pulitzer-1994.jpg

Ganhadora do Prêmio Pulitzer em 1994 e publicada pelo The New York Times, a foto foi tirada em 1993 no Sudão, pelo fotógrafo sul-africano Kevin Carter(1960-1994). Esta descreve uma criança faminta sem forças para continuar rastejanado para um campo de alimento da ONU, a um quilômetro dali. O urubu espera a morte desta para então poder devora-la.

Carter disse que esperou em torno de vinte minutos para que o urubu fosse embora, mas isto não aconteceu. Então rapidamente tirou a foto e fez o urubu fugir dali, açoitando-o. Em seguida, saiu dali o mais rápido possível.

O fotógrafo criticou duramente sua postura por apenas fotografar, mas não ajudar, a pequena garota: “Um homem ajustando suas lentes para tirar o melhor enquadramento de sofrimento dela talvez tambem seja um predador, outro urubu na cena.”, teria dito.

Um ano depois o fotógrafo, em profunda depressão, suicidou-se.
O paradeiro da criança é desconhecido.

Eu estou depressivo… sem telefone… dinheiro para o aluguel… dinheiro para o sustento de criança… dinheiro para dívidas… dinheiro!!!… Eu estou sendo perseguido pela viva memória de matanças, cadáveres, cólera e dor… pela criança faminta ou ferida… peloss homens loucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policial, assassinos…
Trecho de sua carta de suicídio

Referências:
http://www.hbo.com/docs/programs/kevincarter/index.html
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,981431,00.html

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Igreja de Cristo - Conhecida pelos seus frutos, revelada por Deus

INTERNACIONAL - Mesmo a Portas Abertas sendo uma missão evangélica, é freqüente no seu site a publicação de notícias que envolvam católicos – romanos, ortodoxos ou coptas – em países como Índia, Iraque, Egito, ex-Repúblicas Soviéticas, entre outros. As notícias geralmente relatam um padre que foi preso, um bispo que se manifesta contra discriminação, ou outro fato desta natureza.

Algumas pessoas que vêem essas notícias questionam se a Portas Abertas é ecumênica.

Segundo o dicionário Houaiss, ecumenismo é o substantivo que designa tanto o apelo à unidade de todos os povos contidos na mensagem do Evangelho quanto o movimento favorável à união de todas as igrejas cristãs. Portanto, a resposta é não, a Portas Abertas não é ecumênica.

A Portas Abertas é uma missão de confissão apostólica e arraigada na tradição da reforma de Lutero do século XVI. Mas, ao mesmo tempo em que não é ecumênica, a Portas Abertas não se arroga a capacidade de distinguir quem é e quem não é cristão. Nós cremos que essa é uma capacidade que Jesus guardou pra si mesmo, conforme a parábola do joio e do trigo (Mt 13.24-30, ênfase no versículo 30).

Assim, quando pessoas que alegam ser cristãs são por causa disso hostilizadas, a Portas Abertas noticia o caso, se solidariza com elas e convida os que crêem na intercessão a se unirem por essas vítimas da intolerância religiosa.

Por isso também, a Portas Abertas respeitosamente rejeita a recente colocação do cardeal Joseph Ratzinger, conhecido como Papa Bento XVI, de que apenas a Igreja Católica é a Igreja de Cristo.

Sem questionar a erudição pessoal e a condição de líder de um grande movimento – traços indissociáveis da figura do Papa –, a Portas Abertas não reconhece em homem nenhum a condição de emitir tal veredicto. O máximo que o Senhor Jesus Cristo nos permitiu fazer é buscar os verdadeiros cristãos pelos seus frutos (Mt 12.32).

Fica aqui o convite a todos os que pleiteiam ser parte do verdadeiro Corpo de Cristo, descrito por Paulo em 1 Coríntios 12.12-31, que busquem produzir frutos. No mais, resta a todos nós, outro conselho de Paulo: “Quem julga estar de pé cuide para que não caia” (1 Co 10.12).

Douglas Monaco
Secretário Geral - Portas Abertas Brasil

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Cristianismo Criativo por Steve Turner

Imagine um mundo repleto de artistas. De seres humanos especialmente criativos e devotados à música, literatura, teatro, pintura. Imagine um mundo de concertos e óperas, em teatros ou praças públicas. Idealize quadros e esculturas; estilistas, coreógrafos, cenógrafos. Abra um livro imaginário e passeie pelo conteúdo. Adapte para as telas do cinema, da TV e pare.

Pense e imagine tudo isso sendo elaborado por cristãos. Que impacto teria na sociedade? A igreja ignoraria Shakespeare por escrever Romeu e Julieta, Hamlet ou Macbeth? Ou se orgulharia do dramaturgo da mesma forma que enche a boca para dizer ao mundo que C.S.Lewis, o escritor de Crônicas de Nárnia, era cristão?

Steve Turner é autor do livro Cristianismo Criativo? (W4 Editora) e defende a idéia de que o artista não precisa sacralizar sua arte para ser aceito pela comunidade cristã quando se converte ao Evangelho. Para ele, a arte cristã deve ser estendida e propagada para além dos templos. E, ao lançar este desafio aos artistas – o de continuarem produzindo arte secular, leva em consideração apenas a importância do testemunho e da ética cristã. Ele quer ver os cristãos revolucionando a arte contemporânea, embora não espere que esta mesma arte, por si só, converta pessoas, mas espera que ela seja boa o suficiente para despertar no apreciador da obra de arte o interesse pela vida e pelo testemunho de seu autor. “Esta é uma das chances de ser luz nas trevas. Se não estamos presentes nas artes, negamos às pessoas a oportunidade de se depararem com a nossa perspectiva”, diz ele.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Museu criacionista é inaugurado nos EUA e causa polêmica

Plantão | Publicada em 30/05/2007 às 09h23m

LONDRES - Um polêmico museu que nega a teoria da Evolução e defende que o mundo foi criado segundo o que diz a Bíblia foi inaugurado na segunda-feira nos Estados Unidos, no Estado do Kentucky.

O Museu da Criação custou US$ 27 milhões, pagos com verbas particulares da organização cristã Answers in Genesis (Respostas no Genesis), e visa segundo sua página na internet, "demonstrar aos visitantes que a Bíblia é o verdadeiro livro de história do universo", indo contra todas as teorias mais famosas da ciência que explicam a história do humanidade, como a Teoria da Evolução, de Charles Darwin, - que diz que o homem descende do macaco - e a teoria do Big Bang - que diz que o universo surgiu de uma grande explosão.

O museu atraiu críticas de membros da comunidade científica. Dois abaixo-assinados estão circulando entre professores e palestrantes de universidades nos EUA reclamando a respeito das imprecisões das exibições e dos esforços da "Direita Religiosa para injetar ensinamentos criacionistas na educação científica".

Segundo o jornal "Los Angeles Times", além de atrair pelo menos 4 mil visitantes em sua inauguração na segunda-feira, o museu também atraiu um protesto do lado de fora.

"Os convidados estavam felizes com a experiência oferecida pelo museu. Claro, tivemos alguns críticos que vieram e começaram uma conversa, e tudo bem - queremos isto", disse um dos fundadores do museu Mark Looy, segundo o jornal.

Já o museu diz em seu website esperar que os visitantes aprendam "como responder aos ataques contra a autoridade da Bíblia na geologia, biologia, antropologia, etc".

"Eles também vão descobrir como a ciência confirma a história bíblica".

O museu tem dinossauros mecânicos realistas, mostrados como herbívoros no Jardim do Éden, antes da "queda dos homens".

Segundo esta visão de mundo, que segue a Bíblia, a Terra tem apenas 6 mil anos - e não bilhões de anos, como acreditam os cientistas.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil .