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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Viva sem fé e seja infeliz!


Você não precisa confiar!

De fato você pode viver desconfiando e espreitando até a própria morte.

Afinal, existir sem fé é possível.

Sim! Você pode existir com medo, angustiado, ansioso, tomado por teorias da conspiração, pessimista até quando fala de otimismo, discutindo com Deus e com a vida, inseguro até com o equilíbrio, afogando-se no seco, sem ar na ventania, sem alegria no casamento, no nascimento e na velhice, sem sentido no trabalho, buscando gostos que não existem em um beijo, buscando abraços que não aconchegam, e, assim, continuar..., sem sentido e sem significado, como um dado estatístico, como um número, como um código de barra, como uma carteira de identidade, como um Diploma.

Sim! Você pode existir sem confiar em Deus e em ninguém, como um Judas Iscariotes em todos os seus vínculos, sempre pulando fora do barco, sempre pensando antes em você, no seu projeto, nos seus interesses, nas suas moedas de prata.

Sim! Você pode. E nem precisaria dizer isto a você. Afinal, você existe assim, e, por isto, você sabe que é possível existir sem paz, sem conforto, sem satisfação, sem esperança, sem a fonte da água da vida, sem a luz do mundo, sem o pão da vida, sem o gosto do sal da terra, sem a revolução do grão de mostarda crescendo em você.

Sim! É possível ir existindo sem fé, ou, no máximo, apenas com fé no possível que seja realizável pelo braço do homem em dias de força e saúde.

Sim! É possível. É..., mas não é.

É possível existir sem fé. Só não é possível viver sem fé. Pois, quem quer que encontre inspiração para ser contra tudo o que se chama existir, é somente aquele que se justifica andando pela fé.

Sim! Pois neste mundo o viver acontece quase sempre em rota de colisão contra o mero existir!

Pense nisso!

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Museu criacionista é inaugurado nos EUA e causa polêmica

Plantão | Publicada em 30/05/2007 às 09h23m

LONDRES - Um polêmico museu que nega a teoria da Evolução e defende que o mundo foi criado segundo o que diz a Bíblia foi inaugurado na segunda-feira nos Estados Unidos, no Estado do Kentucky.

O Museu da Criação custou US$ 27 milhões, pagos com verbas particulares da organização cristã Answers in Genesis (Respostas no Genesis), e visa segundo sua página na internet, "demonstrar aos visitantes que a Bíblia é o verdadeiro livro de história do universo", indo contra todas as teorias mais famosas da ciência que explicam a história do humanidade, como a Teoria da Evolução, de Charles Darwin, - que diz que o homem descende do macaco - e a teoria do Big Bang - que diz que o universo surgiu de uma grande explosão.

O museu atraiu críticas de membros da comunidade científica. Dois abaixo-assinados estão circulando entre professores e palestrantes de universidades nos EUA reclamando a respeito das imprecisões das exibições e dos esforços da "Direita Religiosa para injetar ensinamentos criacionistas na educação científica".

Segundo o jornal "Los Angeles Times", além de atrair pelo menos 4 mil visitantes em sua inauguração na segunda-feira, o museu também atraiu um protesto do lado de fora.

"Os convidados estavam felizes com a experiência oferecida pelo museu. Claro, tivemos alguns críticos que vieram e começaram uma conversa, e tudo bem - queremos isto", disse um dos fundadores do museu Mark Looy, segundo o jornal.

Já o museu diz em seu website esperar que os visitantes aprendam "como responder aos ataques contra a autoridade da Bíblia na geologia, biologia, antropologia, etc".

"Eles também vão descobrir como a ciência confirma a história bíblica".

O museu tem dinossauros mecânicos realistas, mostrados como herbívoros no Jardim do Éden, antes da "queda dos homens".

Segundo esta visão de mundo, que segue a Bíblia, a Terra tem apenas 6 mil anos - e não bilhões de anos, como acreditam os cientistas.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil .

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Admitindo a Dificuldade por Revista Veja

Nada como uma admissão dos próprios evolucionistas das dificuldades e incoerências dentro da sua teoria sobre a origem da vida. Em uma reportagem de capa da revista Veja, de 2 de maio de 2007, sobre a existência de outros planetas e de vida nesses planetas foi citado um dos maiores otimistas e incentivadores da busca por ETs, Carl Sagan (1934-1996): “A química que criou a vida na Terra é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas improvável”.

“Eis uma questão desafiadora”, diz a reportagem. “Embora se aceite que a vida na Terra tenha surgido espontaneamente da interação durante bilhões de anos de moléculas cada vez mais complexas, nenhum laboratório do mundo conseguiu até hoje criar vida reproduzindo as condições dessa ‘sopa primordial’.”

“Infelizmente”, a reportagem continua, “para a aventura intelectual humana e para a frustração do desejo inato de encontrar seres inteligentes em outros planetas, essa busca ainda não saiu do ponto zero. A complexidade de produzir vida inteligente é incomensuravelmente maior do que a de gerar bactérias e outras formas primitivas de vida. Quem melhor descreveu essa complexidade foi um dos maiores neodarwinistas de todos os tempos, o americano nascido na Alemanha Ernst Mayr, morto aos 100 anos, em 2005. Mayr mostrou que o crescimento em tamanho e complexidade do cérebro humano é um evento tão insólito – e misterioso – que dificilmente pode ser explicado pela evolução apenas. ‘O desenvolvimento do cérebro humano é uma mutação que não necessariamente trouxe vantagens evolutivas à espécie. Foi uma aposta que deu certo até agora, mas nada indica que continuará dando’, dizia Mayr. O célebre cientista gostava de lembrar que o cérebro humano é muito frágil, protegido por um crânio não muito espesso, além de consumir um quinto de toda a energia disponível no organismo, proporção que nenhum outro ser vivo se deu ao luxo de gastar com apenas um órgão. Para enfatizar ainda mais a complexidade da trajetória evolutiva rumo à civilização, Mayr lembrava que de todos os 50 bilhões de espécies que existem ou já existiram no planeta apenas uma, a humana, desenvolveu um cérebro capaz de aprender. Conclui Ernst Mayr: ‘Quando se coloca na equação a variável de que os homens só desenvolvem cultura quando vivem em sociedades humanas e, antes, são cuidados por mães e pais até o fim da puberdade, a complexidade dos processos de produção de uma civilização tecnológica atinge um grau tal que talvez não possa ser repetido em nenhum outro lugar’. Mais uma razão para olharmos para o cosmo com espanto e para a nossa única Terra com mais humildade e carinho.”

Incrível como os cientistas podem constatar a singularidade do ser humano, a complexidade do cérebro, a falta de uma explicação ou justificativa dentro da teoria da evolução para a existência de um órgão de inteligência tão superior aos dos demais seres vivos, a dificuldade de se imaginar que algum processo de evolução pudesse ter existido em outros mundos – e continuar negando a única explicação razoável e completa para tudo que existe. Tamanha cegueira e incoerência também têm uma única explicação – que se encontra em Romanos 1.21: “... tendo conhecimento de Deus não o glorificaram como Deus ... obscurecendo-se-lhes o coração insensato”.

Texto extraído da Revista Veja, edição 2006, ano 40, nº 17 de 2 de maio de 2007. Matéria “Uma Nova Terra”, com reportagem de Rosana Zakabi, Leoleli Camargo e Daniel Salles.

Texto redigido em http://www.revistaimpacto.com.br/